O nosso nobre eleitor que acompanha os programas eleitorais devem ter ouvido, principalmente por conta dos candidatos a vereadores, propostas sem nexo e mirabolantes.
É constante ouvir candidatos, cuja suas propostas, é melhorar a saúde, a educação, o social e etc., porém, não dizem como, aliás, quase todos dizem isso, no Brasil inteiro, mas na prática, são poucos que conseguem.
Outra, existem candidatos que diz que vai asfaltar ruas, construir postos de saúde, instalar creches e trazer ambulâncias para seu bairro. Primeiro, o candidato se limita já anunciando que trará melhorias (apenas) para seu bairro, a pessoa se candidata pra ser vereador de um municÃpio e os seus “projetos” é para um bairro, lamentável. Ora, vereador é do poder executivo? Minha professora da 4ª série me ensinou que vereador é do poder legislativo e sua principal função é elaborar leis que visem a melhoria da cidade e fiscalizar as ações do poder executivo.
São poucos os candidatos a vereador que apresentam propostas de lei, desde os poucos segundos que tem na TV até em seu santinho. É o de sempre, atrás da foto seu breve currÃculo e no final aquela frase já moldada da gráfica: “…como vereador pretendo:” e as baboseiras.
A exemplo disso, no blog do Marcus Vinicius, há uma lista de barbaridades (que começa a ficar comum) cometidas pelos prefeituráveis de Curitiba. Veja:
A petista Gleisi Hoffmann disse que se for prefeita irá criar uma gravadora musical para produzir CDs de artistas locais.
Fabio Camargo (PTB) prometeu trocar os livros por computadores portáteis em todas as escolas municipais.
Carlos Moreira (PMDB) garantiu que vai colocar médicos para atender os pacientes em suas próprias casas.
Gomyde (PCdoB) declarou ser necessário criar uma polÃtica em relação aos animais abandonados.
E MaurÃcio Furtado (PV) quer implantar escolas públicas 24 horas.
Ah, Bruno Meirinho (PSOL) segue sua toada. Vai invadir imóveis vazios em Curitiba.
Quando o candidato não tem o que devidamente criar, temos que escutar absurdos.

