Iniciou ontem com os candidatos a vereadores e hoje com os prefeituráveis, a propaganda eleitoral gratuita sem muitas novidades, estreou com as figuraças e as mazelas de sempre.
Ressalta-se nesta estréia, o descuido ou despreparo dos profissionais que editam as gravações dos programas, em especial o programa dos candidatos a vereadores.
Havia candidato que não olhava pra câmera, outros com aquela gagueira, outros que olhavam pro lado demasiadamente, outros em que notoriamente liam aquela cartolina do lado da câmera, e o pior, outros que tentavam improvisar um discurso espontâneo lamentável.
Compactuo com as palavras de Rodrigo Ghedin, que em seu blog diz a respeito: “Qual ser humano consegue transmitir, em dez segundos, suas propostas? De duas, uma: ou o candidato a vereador se restringe a dizer nome e número, e fazer as promessas genéricas de sempre (melhorar saúde, educação e segurança), ou cai na fanfarronice, fazendo piadinhas, tentando impressionar, ou, o que é pior, sendo ridículo.”
Cabe-nos agora, neste universo de propostas e promessas, a difícil tarefa de escolher um candidato, como bem diz a propaganda instituicional, para não corrermos riscos de ficar com uma abelha raivosa no ouvido durante 4 anos.

